** “Isso será alivio para os municípios em muitos bilhões de reais para pagamento de precatórios, previdência e , dívida com a União”, disse o prefeito sobre a Emenda Constitucional 36, que permite mais recursos aos municípios**
**Tião Maia, O Aquiri**
O prefeito Tião Bocalom (PL) está em Brasília praticando da mobilização nacional em defesa dos municípios e destaca alívio financeiro com a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) de número 66. O evento será encerrado nesta quarta-feira (10/9) e foi iniciado na terça marcado por reuniões, audiências e debates envolvendo líderes municipais, parlamentares e gestores de todo o país para debater a situação financeira dos municípios e buscar alternativas para garantir equilíbrio fiscal e continuidade dos serviços públicos.
Durante a mobilização, o prefeito da capital acreana destacou a importância da PEC 66, recentemente aprovada e convertida na Emenda Constitucional 136, como uma das principais conquistas do encontro. Segundo ele, a medida representa um alívio bilionário para as administrações municipais em todo o Brasil.
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**Articulações passam pela mesa diretora da Câmara dos Deputados**
“Os principais pontos do texto aprovado vão aliviar os municípios em muitos bilhões de reais. É pagamento de precatórios, previdência, dívida com a União. Enfim, essa PEC 66, que acabou virando a Emenda Constitucional 136, vai ajudar muito todos os municípios brasileiros”, afirmou o prefeito de Rio Branco.
O gestor ressaltou ainda que a medida tem impacto direto sobre questões críticas enfrentadas por diversas cidades, principalmente as de menor porte, como ocorre no Acre. “Muitos municípios estão enrolados com a previdência, principalmente no nosso estado. São problemas antigos, de gestões passadas, que agora poderão ser renegociados. Isso vai permitir diminuir o valor das parcelas atuais e dar um fôlego às prefeituras”, explicou.
A mobilização nacional também serve para unir forças em torno da valorização do pacto federativo, onde os municípios têm lutado por mais autonomia e por uma melhor distribuição de recursos entre União, estados e municípios. “Vivemos um alivio nos municípios”, disse.

