Rússia reage com firmeza às ameaças de novas sanções feitas por Trump

**Fonte: PaiPee**

A tensão entre Estados Unidos e Rússia voltou a se intensificar após declarações recentes do presidente Donald Trump sobre o conflito na Ucrânia. Em resposta a um ataque aéreo que matou quatro pessoas, Trump afirmou estar “muito insatisfeito com toda a situação” e declarou estar pronto para impor uma “segunda fase” de sanções contra Moscou.

As falas do presidente norte-americano seguem a linha do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que defendeu, em entrevista à NBC News, a ampliação das sanções em parceria com a União Europeia. Segundo ele, um colapso econômico russo forçaria Vladimir Putin a negociar um acordo de paz.

O Kremlin, por sua vez, reagiu de forma contundente. Autoridades russas acusaram a Ucrânia e países europeus de tentarem envolver ainda mais os Estados Unidos no conflito, e reiteraram que nenhuma sanção mudará a postura do presidente Putin, considerada “consistente” por Moscou.

Enquanto isso, líderes europeus reforçaram seu apoio à Ucrânia. O presidente francês Emmanuel Macron anunciou que 26 países aliados estão dispostos a enviar tropas por terra, mar ou ar para garantir a segurança ucraniana após um eventual cessar-fogo. Ele destacou, porém, que a medida não representa um ato de guerra contra a Rússia, mas sim uma estratégia de dissuasão.

Putin reagiu prontamente, alertando que qualquer presença militar estrangeira em território ucraniano será tratada como “alvo legítimo”, especialmente durante operações em curso. Para o líder russo, a presença internacional após um acordo de paz seria desnecessária.

O cenário permanece tenso, com os dois lados endurecendo o discurso e aliados ocidentais tentando equilibrar o apoio à Ucrânia com a necessidade de evitar uma escalada militar direta com Moscou.

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