Marcus Alexandre diz que não seguiria o MDB em apoio a Alan Rick e que manteria apoio à reeleição de Mailza Assis

Além do ex-prefeito, novos emedebistas, como Pedro Longo, Ney Amorim, Antônia Lúcia, Minoru Kinpara, todos candidatos à Câmara Federal, também continuariam com Mailza

 

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, não deve acompanhar o MDB, partido ao qual está filiado desde que deixou o PT, em 2023, caso os dirigentes da sigla levem o Partido a apoiar a candidatura do senador Alan Rick (Republicanos) ao Governo do Estado nas eleições deste ano. Mesmo que o partido declare apoio ao senador por meio de seus dirigentes, ele, Marcus Alexandre, permaneceria apoiando a candidatura à reeleição da governadora Mailza Assis.

A informação foi dada pelo próprio Marcus Alexandre ao falar com o colunista Marcus Bastos, da coluna “O Jogo do Poder”, publicada no Portal “Wenceslau Notícias”. “Pode publicar. Vou manter minha palavra”, teria dito o ex-prefeito ao colunista.

De acordo com o colunista, as evidências de que o MDB vai se aliar a Alan Rick “estão claras”. Entretanto – continua o colunista – “nem todos no partido deverão seguir essa suposta decisão”. Dentre nos novos membros do MDB e que não acompanharão o dirigente da sigla, o ex-prefeito Vagner Sales, estão Pedro Longo, Minoru Kinpara,  Ney Amorim, Ney Amorim e Antônia Lúcia – todos pré-candidatos à Câmara Federal. Além deles, os deputados estaduais Tanizio Sá e Luiz Gonzaga, qure são candidatos à reeleição, também não devem acompanhar o MDB na aliança com Alan.

Neste caso, se se confirmar a ida do MDB para o colo de Alan, o dirigente Vagner Sales coloca em risco o mandato de sua esposa, a deputada estadual Antônia Sales, que está no quinto mandato consecutivo e teria sérias dificuldades para alcançar o sexto por       que as projeções de pesquisas eleitorais para a Assembleia Legislativa mostram o MDB fazendo apenas três deputados estaduais, justamente aqueles que apoiam Mailza: Tanízio Sá, Luiz Gonzaga e Marcus Alexandre. “Vagner Sales e o MDB podem ficar sem o mel e a cumbuca”, disse o analista político, Marcus Bastos.

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