A falsa empresária Laurisnéia de Freitas Costa, de 45 anos, condeenasda a quatro anos e cinco meses de prisão, por falsificar o inventário relativo aos bens deixados por seu pai, Lourenço Xavier da Costa, falecido em setembro de 2023, a fim de lesar os irmãos – Laine Carvalho da Costa, Maria Alive Nascimento da Costa e Laurismar de Freitas Costa – e também herdeiros, foi mais uma vez derrotada na Justiça. A Câsmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) negou recurso interposto por Laurisnéia de Freitas Costa no qual, através de advogado, ela questionava sua condenação assim como sua destituição da função de inventartiante do caso.
Laurisnéia de Freitas Costa 
As denúncias contra a mulher são sustentadas pelos irmãos e demais herdfeiros. “Nosso pai morreu numa sexta=feira e, na segunda-feira, ela já deu entrada no inventário de forma a só ela se beneficiar vcom a henrança. Ainda com o velho em vida, ela se aproveitando da fragilidade da saúde dele, conseguiu com ele transferisse 49% das ações da empresa para o nome dela, numa transação suspeita e cheia de falsificações”, disse Luarismar Costa, o novo inventariante.
Agora, Laurismar quer saber o que foi feito do dinheiro que Laurisnéia recebeu no período em que era ao mesmo tempo titular do inventário e da empresa, que é prestadora de serviços para órgãos públicos, como o Deracre e a Prefeitura de Rio Branco, na área da construção civil. De acordo com Laurismar, nesse período a empresa recebeu desses órgãos quantias equivalentes a mais de R$ 10 milhões, das quais só Laurisnéia se beneficiou. “Os demais herdeiros ficaram só chupando o dedo e esse dinheiro vai ter que aparecer”, disse.
Paralelo a isso, Laurismnar e a outra gerdeira agora buscam, também na Justiça, corrigir a falsificação, na Junmta Comercial do Estado do Acre (Jucea), em que há a alteração do quadro societário e das ações da empresa deixadas por seu pai. Laurismar garante que seu o pai jamais daria 49% das ações da empresa para uma única filha em detrimento dos demais herdeiros e mantém as denúncias de falsificações, que também deve ser investigadas e que as ações sejam divididas em partes iguais entre todos os herdeiros.
