O condenado foi sequestrado e assassinado momentos antes de sair a sentença condenatória; Policia suspeita de queima de arquivo
**Tião Maia, O Aquiri **
Condenado a mais de 30 anos em regime fechado pelo assassinato de um indígena em Feijó, interior do Acre, Isaquéu Sousa Oliveira, executor direto de Ribamar Kaxinawa, não deverá cumprir a pena. Não porque ele tenha fugido ou se recusado a cumprir a condenado, Deixará de ser preso pela prosaica razão de, horas antes do crime, ele foi sequestrado e morto e por isso não participou da audiência, que foi feita por vídeo conferência a partir do fórum de Feijó para 1ª Vara do Tribunal do Juri Popular de Rio Braco, jpa que o julgamento havia sido transferido para a Capital,
O crime ocorreu em 2022 e a condenação saiu após a audiência, realizada entre os dias 1 e 2 de setembro.
No entanto, a Polícia Civil desconfia que, na véspera do julgamento, o acusado, que estava em liberdade em Feijó, tenha sido sequestrado e morto como queima de arquivo. É que, em depoimento, ele poderia revelar mais detalhes do crime e incriminar outros envolvidos.
O indígena foi executado a mando de uma facção criminosa após seu “julgamento” pelo tribunal do crime.
O corpo de Isaquéu Sousa Oliveira foi encontrado numa cova rasa às margens de um igarapé na periferia de Feijó, com sinais de execução à faca, com váris perfurações, e degolado, com clara evidencia de qu seus executores tentara seccionr a cabeça do restante do corpo.
A Polívia Civil segue investigando o caso e anunciou que deve solucionar o mistério dentro de uma semana.

