**Tião Maia, O Aquiri**
A ministra do Meio Ambiente e para as Mudanças Climáticas, a acreana Marina Silva, que integra a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na viagem aos Estados Unidos para a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), foi agraciada, em Nova Iorque, com o Prêmio por Liderança Excepcional em Conservação. O prêmio foi concedido pela organização estadunidense Wildlife Conservation Society (WCS) a líderes globais com atuação extraordinária pela preservação do meio ambiente e da vida humana, entre eles a brasileira Marina Silva.
“Foi com profunda alegria e um forte senso de responsabilidade que recebi, na noite desta segunda-feira (22/9), em Nova Iorque, Estados Unidos, o Prêmio por Liderança Excepcional em Conservação concedido pela organização estadunidense Wildlife Conservation Society (WCS) a líderes globais com atuação extraordinária pela preservação do meio ambiente e da vida humana”, disse Marina Silva em suas redes sociais. “Fiquei muito honrada por ser a primeira brasileira a receber essa condecoração. que acredito não ser apenas um reconhecimento por minha trajetória enquanto liderança ambiental, mas pela importância global do Brasil para a preservação do meio ambiente e enfrentamento à mudança do clima, às vésperas da COP30, Conferência do Clima da ONU que ocorre em Belém em novembro”, acrescentou.
Ao agradecer pelo prêmio, Marina Silva falou sobre sua trajetória em assumir o Ministério do Meio Ambiente pela terceira vez. Marina Silva disse que, desde que o presidente Lula a convidou para voltar ao cargo, “alcançamos 46% de redução do desmatamento na Amazônia, lançamos uma nova NDC alinhada à meta de 1,5ºC, construímos políticas que beneficiam povos indígenas e comunidades locais, os verdadeiros guardiões da biodiversidade, e criamos novos mecanismos econômicos para valorizar a manutenção das florestas em pé, como o Fundo Florestas Tropicais Para Sempre (TFFF), que pode beneficiar cerca de 70 países detentores de florestas tropicais”. Segundo ela, “é importante lembrar que todo esse trabalho é fruto do compromisso das equipes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Ibama, ICMBio, Jardim Botânico do Rio de Janeiro e demais instituições do governo brasileiro, aliado às valiosas contribuições da sociedade civil e academia”.
Marina Silva agradeceu à WCS, na pessoa de seu presidente, Adam Fal, pela honra e aproveitou para parabenizar “Martin von Hildebrand, antropólogo e etnólogo que há 50 anos trabalha na defesa dos direitos dos povos indígenas e para a conservação da Amazônia”. Marina lembrou que o cientista foi condecorado, na mesma cerimônia, com o Prêmio Thomas E. Lovejoy, concedido pelas organizações WCS, Conservação Internacional (CI), Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e WWF dos Estado
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Ao lado de Marina, Martin von Hildebrand, antropólogo e etnólogo que há 50 anos trabalha na defesa dos direitos dos povos indígenas **

