Internado desde o dia 27 de dezembro com 70% do corpo queimado após a explosão de uma botija de gás, acreano morre em Goiânia Artur Figueiredo Meirelles havia se mudado para Goiás fazia três anos Da Redação O corpo do acreano Artur Figueiredo Meirelles, de 43 anos, será sepultado às 9h deste sábado (10/1) em Goiânia (GO). A família acreana e cuja maioria mora em Rio Branco optou por não trazer o corpo para o Acre por questões financeiras e também porque Artur sofreu várias lesões. Ele morreu na quinta-feira (8/1) no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), após ter 70% do corpo queimado em uma explosão de uma botija de gás no apartamento onde vivia. O acidente ocorreu na madrugada de 27 de dezembro do ano passado. Artur trabalhava como motorista de aplicativo e chegou a sair consciente do apartamento após a explosão, mas o quadro de saúde piorou ao chegar no hospital. Ele foi entubado e levado para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu. Artur era ex-coordenador da Frente de Proteção Etnoambiental (FPE) Envira, no Acre, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A fundação lamentou a morte do ex-servidor em uma nota. Era irmão da indigenista Paula Meireles e da jornalista Maria Meireles e filho do sertanista aposentado pela Funai José Carlos Meireles, que atuou por muitos anos na proteção a tribos indígenas que vivem isoladas e sem contato com o homem branco no interior do Acre. “Ia fazer três anos que estava morando lá. Foi buscar oportunidade de trabalho, estava trabalhando. Era divorciado e tem um filho aqui de 12 anos que mora em Feijó. Depois que minha mãe desencarnou em 2023 ele ficou bem mal e foi para lá”, contou Maria Meireles, irmã mais nova da vítima.
O corpo do acreano Artur Figueiredo Meirelles, de 43 anos, será sepultado às 9h deste sábado (10/1) em Goiânia (GO). A família acreana e cuja maioria mora em Rio Branco optou por não trazer o corpo para o Acre por questões financeiras e também porque Artur sofreu várias lesões.
Ele morreu na quinta-feira (8/1) no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), após ter 70% do corpo queimado em uma explosão de uma botija de gás no apartamento onde vivia.
O acidente ocorreu na madrugada de 27 de dezembro do ano passado. Artur trabalhava como motorista de aplicativo e chegou a sair consciente do apartamento após a explosão, mas o quadro de saúde piorou ao chegar no hospital. Ele foi entubado e levado para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu.
Artur era ex-coordenador da Frente de Proteção Etnoambiental (FPE) Envira, no Acre, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A fundação lamentou a morte do ex-servidor em uma nota. Era irmão da indigenista Paula Meireles e da jornalista Maria Meireles e filho do sertanista aposentado pela Funai José Carlos Meireles, que atuou por muitos anos na proteção a tribos indígenas que vivem isoladas e sem contato com o homem branco no interior do Acre.
“Ia fazer três anos que estava morando lá. Foi buscar oportunidade de trabalho, estava trabalhando. Era divorciado e tem um filho aqui de 12 anos que mora em Feijó. Depois que minha mãe desencarnou em 2023 ele ficou bem mal e foi para lá”, contou Maria Meireles, irmã mais nova da vítima.

