Arma utilizada na morte de jovem na Vila Betel no ano passado é a mesma usada pelo advogado Keldheky Maia na confusão em que morreu a advogada Juliana Chaar, em junho deste ano

**Tião maia, O Aquiri**

A pistola tauros de calibre 9 milímetros utilizada pelo advogado o advogado Keldheky Maia n tiroteio na saída de uma festa na casa noturna Dibuteco, que resultou na morte da advogada Juliana Chaar, em 21 de junho deste ano, foi a mesma foi a mesma arma utilizada na execução de Victor Viny Pinheiro da Costa, morto aos 28 anos de idade, na Vila Betel, em Rio Branco. A informação consta no relatório da de investigação da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil (DHPP), incialmente revelada pelo site O Seringal e confirmada por O Aquiri.

A Polícia chegou a essa informação por meio dos resultados dos exames de confronto balístico, o que é possível através das raiz do cano da arma, uma espécie de impressão digital única de fábrica. Para chegar a esta conclusão os peritos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil fizeram a comparação das munições encontradas no corpo do jovem Victor com as achadas na frente da casa no noturna, localizada no bairro Isaura Parente, local do atropelamento que matou a assessora jurídica Juliana Marçal.

Ao ser interrogado na sede da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, o advogado Keldheky Maia ficou em silêncio quando questionado pela autoridade policial sobre a origem da arma. A Polícia agora quer saber como a arma utilizada em crime anterior foi parar com o advogado.

Victor Vinny Pinheiro da Costa morreu no pronto socorro da capital, após ser baleado em casa, na tarde de 28 de outubro do ano passado. O crime aconteceu na casa do irmão da vítima, localizada na Rua Brasileia, na Vila Betel, em Rio Branco.

O autor do homicídio Mikésio Gomes da Mota. de 22 anos, foi preso em 16 de novembro do ano passado, por investigadores da DHPP. Na época, Mikésio não revelou onde estava a arma utilizada no crime.

O advogado Keldheky Maia foi preso na tarde da última quinta-feira (7/8). No dia seguinte, ele teve a prisão preventiva mantida, em audiência de custódia. Apesar de influente e sócio de um dos maiores escritórios de advocacia em atuação no Acre, mantido em sociedade com o presidente da seccional Acre da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Keldheky Maia tem uma longa ficha criminal, envolvidos em crimes de violência desde a época em que era adolescente.

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