Advogado pede em habeas corpus liberdade para agroboy Diego Passos

**Tião Maia, o Aquiri**

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), através de sua Câmara Criminal, deverá julgar, no início da próxima semana, pedido de relaxamento de prisão, através de habeas corpus, do preso Diego Passos conhecido como o agroboy que atropelou e matou a advogada Juliana Chaar, na madrugada do dia 21 de junho deste ao, na saída da casa noturna “DiButeco”. no bairro Ozaura Parente, em Rio Branco. O atropelamento, cometido com uma pick-up Hilux, teria ocorrido de forma proposital, já que Passos pretendia atingir o também advogado Keldheky Maia da Silva, que portava uma arma e atirava contra ele e o grupo de pessoas com o qual se fazia acompanhar. Juliana abraçava o amigo implorando que ele parasse de atirar quando ambos foram atingidos com o veículo.
Ela morreu momentos depois, já no Pronto Socorro do Hospitalde Base, enquanto Maia sofreu apenas ferimentos leves. A violência, registrada após uma confusão entre o grupo, nas instalações da casa noturna e a briga evoluiu para a rua. Diego Passo foi preso na semana passada, quando se entregou à Polícia Civil depois de mais de 15 dias em fuga. Após se entregar uma polícia. Keldheky Maia da Silva, que foi preso posteriormente, terá que explicar à Polícia como a arma que ele portava e com a qual atirava é a mesma que, no ano passado, foi utilizada para matar Victor Viny, um rapaz de 28 anos, quando ele dormia na casa de um irmão, no bairro Vila Bete, em Rio Branco. O foi baleado na casa do irmão, na Rua Brasília, bairro Vila Betel. O autor dos disparos, Miquésio Gomes da Costa, foi preso semanas depois, mas não revelou o paradeiro da pistola, que agora aparece ligada ao advogado. As circunstâncias de como a arma, antes em posse de um homicida, chegou até Keldheky Maia são alvo de investigação.
O habeas corpus a ser julgado na Câmara Criminal do TJAC terá como relator o desembargador Samuel Martins Evangelista. O autor do pedido e o advogado Welington Frank da Sila. Que promove a defesa de Diego Passos. Ele aponta uma série de erros técnicos na prisão de seu cliente e espera que os erros, como o fato de a prisão ter sido decretada pelo juiz de garantias e não pelo titular da Vara Criminal e do Tribuna do Júri, além de que o acuado ser reu primário, ter se entregado à Polícia, ter atividade lícita, emprego fixoe ser pai de uma criança menor de 12 anos, que depende do ai para sobreviver.

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**O advogado Welingtom Silva é o autor do pedido de habeas corpus **

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