O juiz de direito aposentado Ednaldo Muniz protagonizou, na tarde desta terça-feira (23/12), no Supermercado Araújo da Isaura Parente, novas cenas apelativas em busca de constrangimento do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, e por muito pouco não levou uma sova de populares que estavam presente no ambiente.
Bocalom estava no local em conversa com os irmãos Aldenor e Adem Araújo, donos da rede de supermercados, ultimando detalhes para o lançamento da marca de café de sua propriedade que deve passar a ser exposto e vendido nas lojas do Arasuper, quando, de repente, irrompe no local o ex-magistrado, insultando o prefeito. Portando uma embalagem de óleo de peroba e um boneco que imita a imagem de Pinóquio, da fábula segundo a qual o nariz de criança que mente não para de crescer, o ex-magistrado queria entregar os artefatos ao prefeito sob a alegação de que seriam presentes ao prefeito sugeridos a partir de uma enquete que ele, Ednaldo Muniz, havia feito em suas redes sociais.
O constrangimento foi total. Os irmãos Araújo se retiram do ambiente da loja pertencentes a eles, mesma atitude de Bocalom. Sozinho e sem graça, Ednaldo Muniz começou a ouvir impropérios de amigos do prefeito Tião Bocalom, que mostraram-se dispostos a lhe aplicar uma surra, o que só não ocorreu porque o secretário de comunicação do prefeito, jornalista Ailton Oliveira, alertou para a condição física do provocador, que é deficiente físico graças às sequelas da paralisia infantil numa das pernas.
Ednaldo Muniz escapou da surra, mas não de ouvir admoestações às suas manifestações de desrespeito e de invasão a espaços onde não foi convidado. “Palhaço” e ”moleque” foram os adjetivos os quais o ex-juiz foi aquinhoado enquanto era retirado a força do local por seguranças do supermercado e do prefeito.
“Esse ex-juiz está chegando ao limite da irresponsabilidade e da baixaria contra o prefeito Tião Bocalom, que é um homem pacato e que jamais reagiria com violência contra um ser humano, principalmente em relação ao ex-juiz, que é deficiente físico. E ele se vale de sua deficiência para atacar as pessoas, invadir locais onde não é convidado e promover todos os tipos de baixaria”, disse Ailton Oliveira. “É um ex-juiz cujo comportamento envergonha a magistratura”, acrescentou.

